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MotoGP: Jack Miller é piloto oficial da Ducati

A Ducati confirmou Jack Miller como piloto da equipe oficial na MotoGP em 2021. De acordo com comunicado desta quarta-feira, 27, o australiano vai trocar a equipe satélite (Pramac) pela cobiçada vaga na fabricante italiana. O contrato assinado entre as partes é de uma temporada, com a possibilidade de estender por mais um ano. Quanto ao segundo posto no time ainda não existe definição, o que deixa o piloto recém contratado desconhecendo seu novo companheiro.

Miller conquistou cinco pódios com a Pramac em 2019

Miller conquistou cinco pódios com a Pramac em 2019

Dança das cadeiras na Ducati

Maverick Viñales, Fabio Quartararo e Joan Mir surgiram como as primeiras opções de pilotos para a equipe da Ducati em 2021. Mas assim que essas possibilidades não avançaram, Miller assumiu o posto em uma das motos da equipe. Ainda não se sabe quem será o companheiro do australiano. As negociações com o atual contratado Andrea Dovizioso chegaram a um impasse sobre a questão financeira.

Petrucci e Dovizioso: time Made In Italy vai mudar em 2021

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Danilo Petrucci, também sob contrato com a Ducati, pode estar a caminho de representar a fabricante no Mundial de Superbike. Além disso, outra hipótese mostra que o italiano pode ir para a Aprilia na MotoGP, substituindo Andrea Iannone – envolvido em uma suspensão de 18 meses no Tribunal Arbitral do Esporte. Na Pramac, Enea Bastianini e Jorge Martín, atuais líderes da Moto2, estão entre os candidatos para assumir a vaga deixada por Miller.

Jack Miller na MotoGP

Miller iniciou sua carreira competindo localmente aos oito anos de idade. Desde então foi cinco vezes campeão australiano. Em 2011 mudou-se para a Europa e ingressou na categoria alemã German IDM 125cc, onde chamou atenção da equipe italiana Caretta Technology’s Forward Racing, ingressando na Moto3 em 2012. Já na temporada 2015 fez um movimento raro, saltando da Moto3 para a MotoGP depois de um vice campeonato.

Assim, na MotoGP o piloto passou três temporadas sob contrato da Honda, nas equipes satélites da montadora LCR e Marc VDS, com a qual conquistou uma grande vitória em 2016 no chuvoso GP da Holanda. Em 2018 mudou-se para a Pramac, onde mostrou sua melhor forma conquistando cinco pódios e um oitavo lugar na classificação em 2019.

Desse modo, na nova temporada ela vai enfrentar o desafio de ter uma moto com suporte do time de fábrica. Além disso, precisará preencher as expectativas depositadas pelo CEO da Ducati, Claudio Domenicalli.

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