MXON: A equipa americana que não participou em 2001

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O 11 de Setembro de 2001 deixou a sua marca na história do Motocross das Nações.

Os Estados Unidos da América chegariam a Namur – mítico palco da edição desse ano – para defender o “título”.

No ano anterior, os norte-americanos tinham vencido a prova no circuito francês de Saint Jean d’Angely depois de três anos sem triunfar. Por isso, seriam eles a ostentar as placas n.º 1, 2 e 3.

A equipa seria composta por Mike Brown em 125cc, Ricky Carmichael em 250cc e Kevin Windham em Open.

Esta seria mesmo a primeira corrida de sempre de Carmichael com uma Honda depois de mais de uma década a competir de Kawasaki.

O Motocross das Nações estava agendado para dia 30 de Setembro mas, com os ataques terroristas em Nova Iorque, a seleção norte-americana optou por não participar, temendo a segurança de todo o seu staff.

Coincidência ou não, a partir de 2001 o MXON parece ter deixado de significar tanto para os EUA… desde então, o país esteve ausente de várias edições da prova e os pilotos e equipas perderam interesse em vir defender a bandeira das “stars and stripes”.

Mesmo assim, o Team USA ainda é o detentor do maior número de vitórias no Motocross das Nações e fala-se que poderá mesmo ser o anfitrião da corrida em 2022.

A Kawasaki KX125 de Mike Brown
A Honda CR250 de Ricky Carmichael
A Suzuki RM250 de Kevin Windham
As motos dos norte-americanos que nunca seriam utilizadas no Motocross das Nações em 2001

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(Fotos: Simon Cudby)



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