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O fofocross e a dança das cadeiras.

Como de costume, está lançada a temporada oficial do fofocross 2020.

Brincadeiras a parte galera, a exemplo do que fizemos nos últimos dois anos, tudo com bastante responsabilidade e deixando bem claro, nem tudo que publicamos nessa matéria é oficial, notas oficiais são publicadas juntamente com o release oficial que nos é encaminhado, porém, entendemos que o esporte também precisa de suas especulações, isso alimenta e fomenta o mercado e a paixão do brasileiro pelo esporte.

Infelizmente este ano, por motivos que já expliquei em publicação anterior, estive um pouco afastado dos bastidores do motocross nacional, claro que não completamente, assim como você que lê, eu também sou um apaixonado pelo esporte, mas não tive condições “temporais”, digamos assim, de correr atrás, de espicular, de incomodar para ter muita informação, mas, o pouco que sabemos, compartilharemos com vocês a partir de agora.

Vamos lá, sem mais enrolação, o que vocês querem saber é do babado, então, vamos aos ditos.

Mundo Vermelho

Há alguns meses surgiu um zum zum zum de que haveria possibilidades de que Lucas Dunka retornasse a competir na MX1, o que em teoria abriria uma vaga, já que a equipe correu 2019 com 3 pilotos nas 250.

Caso o fato se confirme, pensamos que talvez a vaga possa ser ocupada por Juninho Tayt-Sohn, piloto da FK Honda Circuit, equipe satélite da Honda em 2019, que apresentou um crescimento impressionante ao longo da temporada, mas nada oficial foi informado.

Pelo que vimos, Augustinho

Outro boato que trouxemos há alguns dias e se confirmou nesta manhã é sobre a participação de Hector Assunção no A.M.A. Supercross.

A estreia do paulista no mais glamoroso campeonato off road do planeta ocorre já na etapa de abertura, em Anaheim 1 no próximo dia 4 de janeiro.

Hector saiu ontem do Rio de Janeiro rumo a terra do Tio Sam, mais precisamente para a Califa e a princípio participará de 3 etapas, sendo elas a 1ª, a 3ª, ambas em Anaheim, na Califórnia, e ainda da 4ª etapa, em Glendale, no Arizona. Hector competirá na categoria 450SX.

Mundo Azul

Acreditamos que a maior especulação de todas esteja aqui, na galera de sangue azul.

Desde o ano passado muito se comentou a respeito de uma possível transição de Fábio Santos para a MX1, inclusive a confirmação do desejo do próprio piloto.

Muito tem se falado sobre o assunto nos últimos dias, principalmente depois das publicações de Moranguinho e da Yamaha Racing Brasil no Instagram, realizando enquetes e perguntas aos seguidores, sobre o que achavam do assunto.

Este fator chama a atenção para no mínimo 2 questões, quem o substituiria e será que a Yamaha vem para a MX1 com 3 pilotos?, pois até onde se sabe, Campano deve continuar com o time e não há nada a respeito da saída de Paulo Alberto sendo comentado. E aí? Qual a sua opinião?

Nosso palpite é que a Yamaha talvez esteja se posicionando de forma a “combater” o comentário da subida de Dunka, o que faria com que o time vermelho tenha 3 pilotos na categoria mãe do motocross nacional, e convenhamos, caso ambos os boatos se confirmem, a MX1 vai pegar fogo, principalmente pelo fato de que Gustavo Pessoa também integra o time de pilotos que competirá na categoria, mas disso falaremos mais adiante.

Da mesma forma que comentamos sobre a Honda, a subida de Fábio abriria uma vaga na MX2 no time azul, porém, não seria novidade a equipe manter-se com apenas 1 piloto na categoria, a exemplo do que fez há alguns anos.

Entretanto, um comentário muito forte de que Pepê Bueno, que foi piloto satélite da marca este ano, estaria finalizando os termos de um contrato já praticamente acertado para fazer companhia a Tallys Nathan no time oficial.

Houve boatos de que Fredy Spagnol estaria em negociação com a marca, mas o fato não se confirmou, já que o paulista publicou agora a pouco no seu Instagram que permanece no time Balbi, e desta vez de cor laranja.

Outra conversa que teve um pequeno start foi de a possibilidade de a Yamaha ter um time satélite com estrutura, a exemplo da Honda.

A marca seria representada pelo time Vitanat, que estaria acertando com Dudu Lima para retornar às pistas, o que é uma dupla excelente notícia, Dudu é um cara que merece uma boa moto pra andar e mostrou isso na final do Brasileiro em BH.

Um fato azul que não é novidade é que Enzo Lopes agora é piloto Yamaha, não oficial, mas é, e o próprio Enzo declarou em vídeo que não está completamente descartada a hipótese de fazer algumas ou alguma etapa do Brasileiro.

MUNDO LARANJA

Neste ano, Wellington Valadares montou um time, focado na MX3 e MX4 em parceria com a Orange e utilizou motos KTM.

Agora a pouco recebemos uma excelente notícia, de que o time Protork Balbi passa a representar o time de fábrica da KTM no Brasil.

Há alguns dias fomos surpreendidos com a notícia de que Gustavo Pessoa estaria retornando ao país e pilotaria uma KTM 450 na próxima temporada, hoje, a notícia do nascimento da Protork KTM Factory Racing, sem dúvida nenhuma, a esperança de que o esporte começa a tomar fôlego reascende e nos deixa ainda mais empolgados.

Um fator que nos chamou atenção foi o fato de que Gustavo Pessoa é um piloto apoiado pela ASW, estaria o piloto deixando o apoio ou irá tocar de forma paralela, já que o piloto anunciou que é piloto oficial?, é a dúvida que não se cala.

Outra surpresa é que há a possibilidade de que Mariana Balbi volte para as pistas na MXF, o que sem sombra de dúvidas, sem menosprezar ninguém, claro, a torna a grande favorita ao título caso proceda a informação.

Não descartaríamos também a hipótese de que Gustavo encare um time oficial solo, com apoio oficial da KTM e da ASW.

Fredy Spagnol e Pedro Magero confirmaram a permanência no time com publicação em seus Instagrans pouco após o anúncio pelo perfil da Protork.

MUNDO VERDE

A temporada 2019 trouxe como surpresa o retorno de Rusevelt Assunção às pistas, o paulista, irmão de Hector, foi campeão brasileiro na categoria MX3 pela equipe Rota K, time oficial de fábrica.

Há boatos de que Valadares poderia trocar para a cor verde em 2020, mas realmente não conseguimos nenhuma fumacinha de que de fato isso possa ocorrer.

IDAS E VINDAS DAS CONVERSAS

Houve uma outra conversa dando conta de que Wellington Valadares estaria assumindo o time de Raly da Yamaha Brasil.

É de conhecimento que no ano passado, a equipe de Raly e Enduro dividiu a estrutura com o time de Motocross da Yamaha, caso se confirme, a vinda de Valadares para o setor pode trazer uma garantia de estrutura exclusiva, caso o goiano não permaneça com o time no Motocross.

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